Um sorriso bonito muda tudo


“Um sorriso bonito muda tudo.”

Ação Publicitária da Criativa Smiles Dental Group – EUA. Foi lançado em Outubro de 2010.

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Risco à saúde: brasileiros trocam escova dental, em média, a cada 18 meses


Um estudo realizado pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) aponta que o brasileiro troca de escova de dentes em média a cada 18 meses.  Esse comportamento é extremamente prejudicial à saúde dos usuários, que correm o risco de prejudicar não apenas a sua saúde bucal, mas também todo seu organismo.

Ao contrário do que muitos pensam, o tempo ideal para substituir as escovas não é de três em três meses, mas seria a cada 45 dias. Isso porque, à medida em que é usada, a escova vai se desgastando, acumulando bactérias e perdendo a sua função.

Para manter sempre a saúde em dia, é preciso escovar os dentes após as refeições e fazer uso do fio dental. Um dos fatores mais importantes na hora de cuidar dos dentes é prestar atenção na preservação da escova dental e na validade de sua vida útil.

Além disso, muito mais importante do que a marca do produto é o seu estado de conservação.

Para avaliar se a escova dental continua em condições de uso, basta olhar se as cerdas estão alinhadas e se não sofreram alteração de posição devido à pressão exercida na escovação. É importante que as cerdas estejam sempre alinhadas para que possam fazer a higienização de todos os dentes com a mesma intensidade. Caso a escova apresente qualquer alteração nas cerdas e também pigmentação escurecida, já está mais do que na hora de fazer a troca.


Para obter o melhor da sua escova, é preciso tomar uma série de cuidados:

– sempre seque a escova após o uso, para evitar bactérias e fungos que gostam de lugares úmidos;

– não use protetores na escova. Eles a abafam, o que proporciona a proliferação de bactérias;

– lave as cerdas com água corrente após a escovação;

– evite deixar a escova próxima ao vaso sanitário;

– o ideal é não usar muita força na hora de escovar os dentes, para evitar que as cerdas se desgastem prematuramente.

FONTE: clicRBS

Piercings e alargadores na região bucal podem representar risco á saúde


A aplicação dos acessórios pode causar problemas irreparáveis, para saúde dos dentes e gengiva, e muitos especialistas contra-indicam seu uso.

Os piercings em regiões de tecidos moles, como a língua e os lábios, não são recomendados pelos dentistas – a língua é um músculo de superfície rugosa, por causa das papilas gustativas, o que favorece o acúmulo de bactérias – esses microrganismos podem utilizar a perfuração do piercing como porta de entrada para infecções de ordem sistêmica, podendo gerar sérios comprometimentos no organismo do individuo.

Muitos pacientes que possuem piercings em lábios podem desenvolver defeitos na região do atrito da peça com o dente e/ou com a gengiva. Por ser sólido (aço cirúrgico, na maioria das vezes), o piercing promove fricção com a superfície da gengiva e do dente, provocando retração gengival, exposição da raiz, ou até mesmo, desgaste dos tecidos dentais.

Quando o uso dos piercings está aliado a jovens que têm o hábito de fumar, o risco ao desenvolvimento de doenças bucais é ainda maior. Na maioria das vezes, o indivíduo que aplica esse tipo de peça não tem o costume de ir ao dentista ou de escovar os dentes. Geralmente os pacientes que possuem piercings somente deixam de utilizá-los após se confrontarem com os danos causados por eles.

FONTE: O Fluminense

Brasileiros consomem até duas vezes mais açúcar do que o recomendado


Em excesso, o alimento pode causar cárie dentária; previna-se.

Um estudo da USP (Universidade de São Paulo) revela que o açúcar representa de 12% a 25% das calorias diárias da população. A quantidade recomendada, no entanto, é de 10%.

O consumo de açúcar em excesso é um dos vilões da saúde dos brasileiros. O alimento faz parte de metade dos produtos da cesta básica.

Essa má alimentação pode causar excesso de peso, cárie dentária e diabetes.

Os especialistas dizem que é preciso prestar atenção nos rótulos. Até em produtos salgados, como torradas, o açúcar é encontrado. Eles recomendam também evitar os refrigerantes.

Veja o vídeo da reportagem: R7

FONTE: R7

Autoexame bucal


O autoexame bucal é um exame simples e eficaz na identificação de alterações bucais e na prevenção do câncer bucal.

Pode e deve ser realizado por qualquer pessoa, principalmente em homens e mulheres acima dos 40 anos fumantes e que fazem uso de bebida alcoólica.

COMO DEVO FAZER E O QUE DEVO PROCURAR?

– Lave as mãos e faça uma boa higienização da boca

– Remova próteses e dentaduras se for o caso.

A técnica do autoexame bucal consiste em inspeção visual e palpação, devendo ser realizada em frente ao espelho com boa iluminação. Para facilitar a memorização das estruturas da boca a serem examinadas no autoexame bucal, foi criada a sigla:

BLLAP (Bochecha, Lábios, Língua, Assoalho bucal e Palato).

No auto-exame bucal também é importante observar áreas doloridas, dentes quebrados e próteses mal adaptadas que podem machucar a mucosa.

LEMBRE-SE: Nem toda alteração encontrada no autoexame bucal é CÂNCER, no entanto, qualquer alteração encontrada após o autoexame bucal deve ser examinada por um dentista ou em um ambulatório de Estomatologia

FONTE: Unifesp

Roer as unhas é prejudicial para a formação dos dentes


Roer as unhas é um hábito muito comum na adolescência e pode ser o resultado ou o sintoma final de manifestações corporais advindas de algum tipo de mal-estar psíquico, como por exemplo, o estresse e a ansiedade.

Essa “mania” (na verdade um hábito repetitivo) é muito nociva a saúde dentofacial e, muitas vezes, já está presente desde a infância. Ela pode, inclusive, prejudicar os dentes, pois a força exercida para roer as unhas pode alterar o posicionamento de dente(s), gerando ou mesmo agravando uma anomalia dentofacial – um problema ortodôntico no linguajar popular – já pré-existente.

Esse ato, pela sua repetitividade, pode também, em pacientes que sejam suscetíveis, induzir a um fato muito preocupante como o processo de reabsorção dos ápices (pontas) das raízes dos dentes envolvidos.

Resumindo, a onicofagia (roer unhas) é um hábito nocivo, gerado, via de regra geral, a partir de comportamentos ansiosos, tensos e nervosos. Fora do contexto puramente bucal, a onicofagia pode, ainda, gerar processos infecciosos nas pontas dos dedos, ao redor das unhas ‘roídas’.

FONTE: Revista Vigor