Piercings e alargadores na região bucal podem representar risco á saúde


A aplicação dos acessórios pode causar problemas irreparáveis, para saúde dos dentes e gengiva, e muitos especialistas contra-indicam seu uso.

Os piercings em regiões de tecidos moles, como a língua e os lábios, não são recomendados pelos dentistas – a língua é um músculo de superfície rugosa, por causa das papilas gustativas, o que favorece o acúmulo de bactérias – esses microrganismos podem utilizar a perfuração do piercing como porta de entrada para infecções de ordem sistêmica, podendo gerar sérios comprometimentos no organismo do individuo.

Muitos pacientes que possuem piercings em lábios podem desenvolver defeitos na região do atrito da peça com o dente e/ou com a gengiva. Por ser sólido (aço cirúrgico, na maioria das vezes), o piercing promove fricção com a superfície da gengiva e do dente, provocando retração gengival, exposição da raiz, ou até mesmo, desgaste dos tecidos dentais.

Quando o uso dos piercings está aliado a jovens que têm o hábito de fumar, o risco ao desenvolvimento de doenças bucais é ainda maior. Na maioria das vezes, o indivíduo que aplica esse tipo de peça não tem o costume de ir ao dentista ou de escovar os dentes. Geralmente os pacientes que possuem piercings somente deixam de utilizá-los após se confrontarem com os danos causados por eles.

FONTE: O Fluminense

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Papel higiênico com língua


Uma coisa que eu não imaginava era que as pessoas roubavam papel higiênico dos banheiros públicos. Tanto é que existem vários modelos de porta-papel para as empresas que tentam constantemente manter o papel seguro.

Este com olhos que olham fixamente para você é chamado de “Guardião”, a língua vermelha não é o que parece!  Esse porta-papel higiênico mantém o papel limpo e seguro dos ladrões de papel higiênico! A parte vermelha fixa o suporte ao tanque do toalete e pode ser destravada por uma chave. Considerando que os rolos misteriosamente vão acabar ou terminar no assoalho sujo do banheiro público, o guardião do papel não parece ser tão ridículo. E é consideravelmente bonitinho com toda sua “ferocidade”!

Designer: Mauricio Sanin Mazuera

Veja mais em: Porta-papel higiênico

Várias Línguas


Ao olhar para estas cadeiras, a primeira coisa que vem à cabeça é o símbolo da banda de rock Rolling Stones. Coincidência ou não, a Tongue and Cheek, que tem o formato de uma língua gigante, é criação do britânico Peter Harvey, designer conterrâneo do vocalista do grupo, Mick Jagger. Disponível em várias cores: rosa, verde, laranja, branca e vermelha.

Você já deve ter visto vários diferentes tipos de cadeiras, mas eu aposto que nenhuma seria tão estranha quanto esta. A “Cadeira de Lamber” em formato de Língua foi criado pelo Sr. Nash, especialmente para dentistas. A tela da cadeira é feita de alumínio e fibra de vidro.  Não se preocupe, pois definitivamente não irá te lamber. Custa na faixa de RS2.800,00

OUTRAS CADEIRAS/POLTRONAS/CHAISES EM FORMATO DE LÍNGUA:

Por Drª Vivian Bernhard
Especialista em Periodontia & Implantodontia
Habilitação em Laser na Odontologia.
Graduação em Odontologia

Língua pode sentir até 5 sabores


Você sabia que a nossa língua tem áreas específicas para cada sabor? E sobre o fato de que, atualmente, se sabe que, além dos sabores básicos doce, azedo, salgado e amargo, existe um quinto sabor? Pois então saiba que, todos os dias, quando nos deparamos com os mais diversos alimentos e temos o prazer de experimentar as mais diferentes sensações de sabor, este é na verdade um processo resultado da associação complexa das sensações de gosto, aroma e sensações táteis químicas.

Até há pouco tempo, o “mapa da língua” dividia-se em quatro áreas distintas (doce, azedo, salgado, amargo), onde a ponta da língua sentiria os sabores doces, as laterais os salgados e azedos e a porção traseira os amargos. Atualmente, especialistas consideram que exista um quinto sabor, o umami, palavra que tem origem japonesa e poderia ser traduzida como delicioso ou saboroso. Estudos apontam que este quinto sabor estaria relacionado a uma sensação picante do sabor.

Sobre a sensação picante do umami, sabe-se que certas substâncias químicas, sobretudo aminoácidos, presentes em certos alimentos podem ser detectadas na língua por receptores específicos (TmGluR4), onde um dos principais aminoácidos relacionados ao paladar umami seria o glutamato monossódico. Além dele, o monofosfato de inosina, o monofosfato de guanosina, o guanilato dissódico e o inosilato dissódico seriam também intensificadores da percepção do sabor umami.

Portanto, podemos então entender que na verdade a gustação ou paladar são sentidos químicos, uma vez que receptores celulares específicos da língua são excitados por estimulantes químicos. A gustação é primariamente uma função da língua, embora regiões da faringe, palato e epiglote tenham alguma sensibilidade. Os aromas da comida passam também pela faringe, onde também podem ser detectados pelos receptores olfativos. Os receptores gustativos são excitados por substâncias químicas existentes nos alimentos, enquanto que os receptores olfativos são excitados por substâncias químicas do ar e esses sentidos trabalham conjuntamente na percepção dos sabores.

Assim, cada alimento tem um sabor único que é resultado de uma diferente combinação de fatores. O sabor distinto é resultado da soma de seu gosto e cheiro, percebidos simultaneamente.

Curiosidades à parte, muito do que chamamos gosto é, na verdade, olfato, pois os alimentos, ao penetrarem na boca, liberam odores que se espalham pelo nariz. Por exemplo, é comum uma pessoa dizer que não está sentindo o sabor dos alimentos quando está resfriada, contudo, se um teste fosse realizado em suas papilas gustativas na língua, estas se apresentariam normais e em plena função. As sensações olfativas funcionam ao lado das sensações gustativas, auxiliando no controle do apetite e da quantidade de alimentos que são ingeridos. O contrário também é válido; por exemplo, ao se queimar a língua com algum alimento muito quente, o paladar ficará comprometido, enquanto as percepções olfativas se mantêm inalteradas. Outro caso seria a famosa expressão “de dar água na boca”. Somente o cheiro do alimento é capaz de ativar o córtex cerebral, que passa a modular a secreção salivar na iminência de se ingerir aquele alimento. Faça um teste na sua próxima refeição.

FONTE: Idmed