Baixa umidade do ar aliada a poluição podem potencializar mau hálito


Estima-se que pelo menos 30% da população brasileira – cerca de 50 milhões de pessoas – tenha mau hálito crônico. Trata-se de um sério problema de saúde pública, mas ainda cercado de mitos, crenças e desinformação.

A situação climática pode agravar o problema, segundo o cirurgião-dentista Arany Tunes. A baixíssima umidade relativa do ar – que já chegou a casa dos 12% em São Paulo, índice altamente preocupante – pode trazer uma série de problemas para a saúde, inclusive para o hálito.

Segundo ele, a baixa umidade mais a concentração de poluição no ar acarretam problemas respiratórios e assim agravam o ressecamento bucal, diminuindo a salivação.

“Com pouca salivação, ocorre o ressecamento das células que revestem a nossa boca, aumentando a descamação e o mau hálito”, diz Arany.

Manter uma boa higiene oral, evitar períodos muito longos sem se alimentar, tentar diminuir o estresse, ingerir pelo menos 2 litros de água por dia e evitar dietas muito ricas em proteína são algumas dicas para se livrar desse mal.

FONTE: Abril

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