Teste clínico pode determinar risco de gengivite


Pesquisa irá utilizar um teste genético, conhecido como PST Interleucina, como parte da avaliação de risco para a doença.

A Faculdade de Odontologia da Universidade de Michigan (UM) irá realizar estudo clínico para determinar o risco de gengivite, popularmente conhecida como doença de goma, a partir de teste genético.

A pesquisa será conduzido pelo professor Willian Giannobile, diretor do Centro de Investigação para Saúde Bucal da Faculdade de Odontologia da UM. “É um estudo interessante, porque é uma maneira de usar o teste genético para personalizar um plano de tratamento odontológico e a frequência de visita ao dentista para cuidar dos pacientes no que se refere à saúde bucal”, disse Giannobile. “É uma maneira de personalizar o atendimento a pacientes”.

Para Kenneth Kornman, diretor científico da Waltham, Massachusetts Interleucina-base, um dos objetivos de criar cuidados de saúde personalizados é detectar doenças bucais mais cedo e evitar mais efetivamente seu desenvolvimento.

O estudo vai usar o teste PST Interleucina como parte de uma avaliação de risco para periodontite, explica Kornman. A pesquisa mostrou que a genética desempenha um papel importante e sugere também que a doença periodontal severa é um fator de risco para outras complicações de doenças crônicas, como doença cardíaca.

Os pesquisadores da UM vão examinar dados clínicos de pacientes, fornecidos por uma empresa de seguros baseada em Michigan. Em seguida, os cientistas vão recrutar pelo menos quatro mil destes pacientes e obter sua informação genética, utilizando o PST, explicou o professor Giannobile.

A equipe vai combinar informação genética com outros dois fatores de risco comuns, tabagismo e diabetes, para alinhar as taxas de sobrevivência média dos dentes com os planos de tratamento que as pessoas receberam ao longo de15 anos.

O teste genético PST é capaz de identificar variações genéticas preditivas de doença periodontal severa e perda de dentes em alguns pacientes. O teste pode ser utilizado em todas as populações étnicas e só deve ser feito uma vez na vida para identificar os pacientes em risco. Especificamente, o teste identifica as variações genéticas que regulam uma proteína que, quando acima dos níveis normais, pode ser associada com a destruição da fixação de tecidos moles e do osso e o aumento da severidade da doença periodontal em determinados pacientes.

Estima-se que 75% dos adultos americanos têm algum tipo de doença da gengiva e que em cerca de 20 a 25% dos casos sejam de moderados a graves, o que pode levar à perda do dente.

FONTE: Dentistry IQ

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